DEPOIMENTOS DE PARTICIPANTES

 

 

 

“Após estes dias de intensa exploração de meu corpo e seus significados, cito Nietzsche para transmitir como me sinto: "Agora sou leve, agora voo, agora vejo por mim mesmo, agora um Deus dança em mim".
Adriane, designer, Florianópolis/SC

 

 

 

 

“Esta é uma dança que respeita o tempo, o silêncio e o espaço de cada um, e, ao mesmo tempo, nos coloca numa sintonia permanente com a frequência do outro. Com consciência e expressividade, nossos gestos dançaram, adquirindo pleno sentido. Meu reconhecimento e admiração por Silvia, essa artista maior, que com sua postura delicada e firme, e sua dança incomum, conseguiu nos mostrar a face mais sublime de sua arte: o sutil poder da transformação”.
Emilia, Olinda/PE, 58 anos

 

 

 

 

O que mais me tocou foi perceber a beleza dos gestos alheios e me permitir explorar os meus próprios gestos sem julgamento. Silvia conduz seu trabalho com beleza e respeito, o que torna a oficina muito rica, substanciosa ao extremo, tanto no aspecto individual quanto grupal.” 

Rita, professora, 46 anos

 

 

 

 

“Havia algum tempo que eu procurava respostas para inúmeras questões em minha vida. Durante  anos busquei maneiras de me encontrar, de olhar e ouvir meu próprio ser. Quando me inscrevi para a oficina procurei não criar expectativas, vim aberta e disposta a receber todas as informações, mas não esperava que fossem tão intensas e nem que mudariam minha forma de pensar e agir. Acredito que o significado de tudo que houve durante esta semana, foi o reencontro do sentido da vida, do sentido da dança na minha vida.

Minha maior dificuldade sempre foi encontrar o pulso do meu corpo, a minha  própria dança. No início da oficina liberar o corpo de qualquer técnica, de qualquer “pensamento técnico”, aquele que é preocupado em estética, foi “tenso”, o corpo queria, mas a mente ainda estava confusa.

Mas foi descobrindo as possibilidades deste caminho que senti cada dia mais curiosidade e ansiedade em redescobrir meu corpo, não em deixar as coisas que eu faço para fazer o que os outros querem, mas em aplicar tudo o que vi nesta semana, em usar este meu “novo corpo na velha dança, na velha técnica”, e aí sim… DANÇAR, poder sentir e criar a minha dança, não apenas reproduzir movimentos. A oficina foi inteiramente proveitosa. Com toda certeza gostaria de continuar este trabalho para a minha formação como ser integrado, e que eu posso ser um veículo que transporte todo este conhecimento adquirido por meio do meu trabalho, da minha dança. Atingir pessoas que buscam encontrar e dar razão à vida, fazendo valer a pena cada segundo da sua vida. Obrigada Silvia! Obrigada por fazer meu corpo sorrir”.

Amábile, estudante universitária da dança, 21 anos

 

 

 

 

  

 “Sempre me considerei “travada”. Mas nessas aulas me senti tão à vontade que consegui soltar-me, livremente, sem barreiras. Como se expandindo os membros do corpo também expandissem as fronteiras dele, e agora quero mais chances para evoluir nessa direção.
Graça, 58 anos.

 

 

 

 


“Gostei principalmente de dançar a minha verdade de hoje. Aproveitei cada segundo do curso. Quero mais!”
Renata, 32 anos.




“A oficina foi profunda para mim, reavivando meu corpo e limpando meu olhar. Quero trazer esta consciência para o meu dia-a-dia, como o movimentar-se com prazer, a poesia  de um simples alongar-se,  a dança como forma de reequilibrar, o movimento como autocura e autoconhecimento. Senti uma clara diferença no meu corpo antes e depois da oficina. Quero continuar e aprofundar este trabalho".

Maikon K, ator, 32 anos.

 

 

 

 

 

 “Na minha idade, sem dificuldade, desenvolvi livremente plenos e belos movimentos de dança. Me avisem, quero participar das outras oficinas semelhantes como continuação desta.”

Diva, bailarina, 72 anos.

 

  

 

 

“(...) aprendi, sobretudo, a conduzir minha própria energia para o outro, de forma silenciosa, sem precisar afirmar nada, nem a mim mesma e nem ao outro”.
Fernanda Dorta, jornalista, 26 anos.

 

 

 

  

“Sou muito grata à ministrante desse curso, Silvia, verdadeira esteta em todos os sentidos, e também à Fundação Cultural que nos ofereceu a oportunidade de vivenciar essa inusitada forma de dança, capaz de abrir espaços interiores para descobertas novas e generosas. ”
Simone, 38 anos

 

 

 

 

 Adoro os movimentos soltos e amplos, o corpo inteiro vivo… Sinto que quero voar!” Elaine Hodson, 62 anos, Espanha

 

 

 

 

 “O que estava estagnado tornou-se vibração, a palavra transformou-se em emoção, o olhar em sensação. Fui de encontro ao centro, ao contato com a força vital... sob um olhar mais vivo e mais presente! Sou grata por poder compartilhar dessa  energia criativa, radiante, contagiante, que agora levo em mim.”

Fernanda Rossi, médica homeopata.

 

 

 

 

 “Quem passar pelo caminho dessa mulher não deve se surpreender ao se encontrar, de repente, sobrevoando a vida, dançando, ou cantando, mesmo sem saber porque...”

Haya del Bel, professora.

 

 

 

 

“O excelente trabalho da Silvia permitiu aos participantes reconhecer as múltiplas dimensões do ser. A singularidade de sua dança levou-os a uma reorientação do sentido e do significado da arte, tão necessários para a Formação Integral.”
Liane Pereira  SEED/PR (Coordenação pedagógica da Secretaria de Educação do Estado)  

 

 

 

 

“Esta oficina proporcionou algo muito especial para mim, o reencontro com o meu corpo. Um reencontro muito bem conduzido e facilitado, proporcionando um momento suave, harmonioso e prazeroso. Para além dos medos e receios, o sentimento que tenho agora, no fim da oficina, é o sentimento de vitória. Não por ter chegado ao fim ou por ter alcançado algum ápice, mas por ter despertado um corpo que estava sedado! Por sentir renascer quem já foi muito ativo e estava completamente passivo, subjugado sob outras áreas da vida. O que me resta agora é conquistar espaço para este corpo, que já não é mais aquele de antes, mas que tem muitas razões para dançar! E que agora percebe a dança do Universo, e que me faz sentir parte dela”. Aline do Vale,  pesquisadora em dança, doutorado/Portugal

 

 

 

 

 “Liberdade e coragem para entregar-se à aventura de se ser o que se é!”

T.S, jornalista.

 

 

 

 

“Esta dança livre e autêntica é uma libertação de si mesmo, através do puro prazer de dançar!”
Amanda, 10 anos, estudante, Piauí.